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<rss version="2.0" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"><channel><title>benites</title><link>http://www.aypwip.org/webnote/benites</link><description>Webnote RSS feed</description><lastBuildDate>Thu, 03 Nov 2011 17:07:41 GMT</lastBuildDate><generator>PyRSS2Gen-1.0.0</generator><docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs><item><title>Orienta&amp;amp;#231;&amp;amp;#245;es :  Clique duas vezes no quadro para vo</title><description>Orienta&amp;#231;&amp;#245;es :  Clique duas vezes no quadro para voc&amp;#234; editar o texto.
Bom trabalho a todos!</description><guid isPermaLink="true">http://www.aypwip.org/webnote/benites#note13</guid></item><item><title>Grupo 4 - Texto cooperativo - Semana 3</title><description>Grupo 4 - Texto cooperativo - Semana 3 </description><guid isPermaLink="true">http://www.aypwip.org/webnote/benites#note12</guid></item><item><title>Grupo 3 - Texto cooperativo - Semana 3</title><description>Grupo 3 - Texto cooperativo - Semana 3 </description><guid isPermaLink="true">http://www.aypwip.org/webnote/benites#note11</guid></item><item><title>Grupo 2 - Texto cooperativo - Semana 3</title><description>Grupo 2 - Texto cooperativo - Semana 3 </description><guid isPermaLink="true">http://www.aypwip.org/webnote/benites#note10</guid></item><item><title>Quest&amp;amp;#227;o de Investiga&amp;amp;#231;&amp;amp;#227;o:</title><description>Quest&amp;#227;o de Investiga&amp;#231;&amp;#227;o:

 Como funciona as ondas de R&amp;#225;dio na comunica&amp;#231;&amp;#227;o em ondas m&amp;#233;dias e curtas, qual o fenomeno que acontece na recep&amp;#231;&amp;#227;o ? 

 
Certezas Provis&amp;#243;rias : 
 

Ondas de R&amp;#225;dio  sao radia&amp;#231;oes eletromagn&amp;#233;ticos
Ondas de R&amp;#225;dio m&amp;#233;dias s&amp;#227;o captadas em outros Continentes
Existem ondas m&amp;#233;dias e curtas
Na frequ&amp;#234;ncia m&amp;#233;dia ou curta &amp;#233; poss&amp;#237;vel transmitir o sinal AM


 D&amp;#250;vidas Tempor&amp;#225;rias:

 Isto tem a alguma rela&amp;#231;&amp;#227;o com a atmosfesra? 
 Existe algum tipo de Radia&amp;#231;&amp;#227;o mais potente nesta frequencia ?  
 Ser&amp;#225; que muitas pessoas utilizam esta frequencia?
Como esta onda acontece?
Como a onda chega at&amp;#233; o r&amp;#225;dio
 
</description><guid isPermaLink="true">http://www.aypwip.org/webnote/benites#note9</guid></item><item><title>Grupo 1  - Texto cooperativo - Semana 3</title><description>Grupo 1  - Texto cooperativo - Semana 3 </description><guid isPermaLink="true">http://www.aypwip.org/webnote/benites#note8</guid></item><item><title>............................................................</title><description>..................................................................clique no quadro para editar e clique fora para salvar

N&amp;#225;die ( aos editar suas reflex&amp;#245;es, fa&amp;#231;a em caixa alta para distinguir da minha)

CHUVA DE ID&amp;#201;IAS

TEMA: Os efeitos do uso da tecnologia da informa&amp;#231;&amp;#227;o e da comunica&amp;#231;&amp;#227;o na vida profissional dos alunos professores do PEAD no polo de Tres Cachoerias 

Busca dos dados: Blog do alunos , 

Problemas: quantidade muito grande de informa&amp;#231;&amp;#227;o, blogs muitos sem marcadores, definir o que procurar nestes blogs, definir a amostra, definir par&amp;#226;metros nesta informa&amp;#231;&amp;#227;o, definir foco na amostra, verificar os coneitos que est&amp;#227;o no trabalho, enxugar os coneitos e aprofund&amp;#225;-los.

SUGEST&amp;#213;ES:

1- Definir novo foco no que pesquisar neste tema e seu universo.

2- Novo titulo ao Tema, j&amp;#225; sugerido na banca como ......................

3- Coleta de dados auxiliar e ou complementar : Entrevista ............ Depoimento...........

4- Sele&amp;#231;&amp;#227;o de novos autores sobre a forma&amp;#231;&amp;#227;o de professores e contato direto................................

5- sei l&amp;#225; o que mais hehehehehehehe

6- Me ocorreu hoje, depois conversar com algumas pessoas, que ao final do eixo III, as alunas fizeram no seu porf&amp;#243;lio de aprendizagem no item " Tecnologias da informa&amp;#231;&amp;#227;o e da comunica&amp;#231;&amp;#227;o no apoio as interdisciplinas, uma sintese.  Me ocorre que al&amp;#237; por alguns que j&amp;#225; fiz leituras, um registro pontual sobre isto.

7- Pensar em como usufruir disto em conjunto com o blog, mas estas sinteses s&amp;#227;o as postagens mais significativas do semestre neste assunto no blog !!!!!!!!!!!

8- 05/04 - Por ser arquivos do word, um teste no Nvivo seria bem interessante..... o que pensar.......

9- 06/04 - hoje pensei em na seguinte id&amp;#233;ia " que praticas pedag&amp;#243;gicas foram utilizadas para a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o das TICS na forma&amp;#231;&amp;#227;o de Professores......
Acredito que pode ser um foco..........

</description><guid isPermaLink="true">http://www.aypwip.org/webnote/benites#note7</guid></item><item><title>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</title><description>Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Programa de P&amp;#243;s-Gradua&amp;#231;&amp;#227;o em Educa&amp;#231;&amp;#227;o

Disciplina: Semin&amp;#225;rio Avan&amp;#231;ado &#8211; EDP53644 &#8211; Teorias  e  Perspectivas  para  a  Pesquisa  em  Educa&amp;#231;&amp;#227;o  a  Dist&amp;#226;ncia 
Professora: Profa.  Dra.  Marie  Jane  Soares  Carvalho

Grupo de ouro.

1.	Aline da Silva Quincoses
2.	Camila Guedes Guerra
3.	Eug&amp;#234;nio Ferreira Brauner
4.	Gerson Luiz Millan
5.	Larissa Camacho Caravalho
6.	Marco Aur&amp;#233;lio Benites
7.	Roberta Pasqualli 
8.	Vanda Rosane de Freitas Franco Conci Goes 
    
-------------------------------------------------------------------------------------
Livro: O que &amp;#233; virtual? - Pierre L&amp;#233;vy


Capitulo I: O que &amp;#233; a virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o?

Pierre L&amp;#233;vy come&amp;#231;a o primeiro cap&amp;#237;tulo escrevendo que o processo de virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o perpassa, atualmente os corpos, o funcionamento do sistema econ&amp;#244;mico, os quadros coletivos da sensibilidade, o exerc&amp;#237;cio da intelig&amp;#234;ncia, assim como, tradicionalmente, a informa&amp;#231;&amp;#227;o e a comunica&amp;#231;&amp;#227;o.

O autor busca a defini&amp;#231;&amp;#227;o conceitual de realidade, de possibilidade, de atualidade e de virtualidade. &amp;#201; interessante percebermos que ele busca esses conceitos a partir da oposi&amp;#231;&amp;#227;o entre cada um deles o virtual.

Fazendo um estudo de l&amp;#233;xico, L&amp;#233;vy diz que virtual vem do latim virtuallis, que, por sua vez, deriva de virtus &#8211; for&amp;#231;a, pot&amp;#234;ncia. O autor vai al&amp;#233;m e escreve que, na filosofia escol&amp;#225;stica, &amp;#233; o virtual que existe em pot&amp;#234;ncia e n&amp;#227;o em ato. Enfim, o virtual tende a atualizar-se, sem ter passado, contudo, &amp;#224; concretiza&amp;#231;&amp;#227;o efetiva ou formal. L&amp;#233;vy ilustra essa conceitua&amp;#231;&amp;#227;o com a met&amp;#225;fora da &amp;#225;rvore e da semente, em que a primeira est&amp;#225; virtualmente presente na segunda.

Pelo contr&amp;#225;rio do que se entende, o virtual n&amp;#227;o &amp;#233; o oposto do real, mas, sim, do atual. Para n&amp;#227;o confundirmos virtual com poss&amp;#237;vel, L&amp;#233;vy se socorre de Gilles Deleuze: o poss&amp;#237;vel j&amp;#225; est&amp;#225; todo constitu&amp;#237;do, mas permanece no limbo. O poss&amp;#237;vel seria o latente, em outras palavras, e &amp;#233; exatamente como o real, faltando-lhe, apenas, a falta de exist&amp;#234;ncia. Essa diferencia&amp;#231;&amp;#227;o seria puramente l&amp;#243;gica.

O real assemelha-se ao poss&amp;#237;vel; em troca, o atual em nada se assemelha ao virtual: responde-lhe.

Pierre L&amp;#233;vy escreve que o virtual &amp;#233; como o complexo problem&amp;#225;tico, o n&amp;#243; de tend&amp;#234;ncias ou de for&amp;#231;as que acompanha uma situa&amp;#231;&amp;#227;o, um acontecimento, um objeto ou uma entidade qualquer, e que chama um processo de resolu&amp;#231;&amp;#227;o: a atualiza&amp;#231;&amp;#227;o. E novamente o autor recorre a met&amp;#225;fora da &amp;#225;rvore e da semente: o problema da semente &amp;#233; fazer brotar uma &amp;#225;rvore.

A atualiza&amp;#231;&amp;#227;o seria a solu&amp;#231;&amp;#227;o do problema, a inven&amp;#231;&amp;#227;o de uma forma a partir de uma configura&amp;#231;&amp;#227;o din&amp;#226;mica de for&amp;#231;as e de finalidades.

Pierre L&amp;#233;vy tamb&amp;#233;m aborda a quest&amp;#227;o da desterritorializa&amp;#231;&amp;#227;o, dizendo que a virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o reinventa uma cultura n&amp;#244;made, j&amp;#225; que faz surgir um meio de intera&amp;#231;&amp;#245;es sociais onde as rela&amp;#231;&amp;#245;es se reconfiguram com um m&amp;#237;nimo de in&amp;#233;rcia. Quando uma pessoa ou uma coletividade, um ato ou uma informa&amp;#231;&amp;#227;o se virtualizam, todos eles se tornam &#8220;n&amp;#227;o presentes&#8221;, ou seja, desterritorializam-se.

Pierre L&amp;#233;vy escreve que a virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o reinventa uma cultura n&amp;#244;made, n&amp;#227;o por uma volta ao paleol&amp;#237;tico nem &amp;#224;s antigas civiliza&amp;#231;&amp;#245;es de pastores, mas fazendo surgir um meio de intera&amp;#231;&amp;#245;es sociais onde as rela&amp;#231;&amp;#245;es se reconfiguram com um m&amp;#237;nimo de in&amp;#233;rcia.

O autor escreve, ainda, que a virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o submete a narrativa cl&amp;#225;ssica &amp;#224; prova da unidade do tempo sem unidade de lugar e a continuidade da a&amp;#231;&amp;#227;o apesar da sua a&amp;#231;&amp;#227;o ser descont&amp;#237;nua &#8211; a sincroniza&amp;#231;&amp;#227;o substitui a unidade de lugar, e a interconex&amp;#227;o, a unidade de tempo; por&amp;#233;m, nem assim o virtual se torna imagin&amp;#225;rio.

Com rela&amp;#231;&amp;#227;o ao efeito Moebius, Pierre L&amp;#233;vy diz que ele est&amp;#225; relacionado &amp;#224;s rela&amp;#231;&amp;#245;es entre o p&amp;#250;blico privado/p&amp;#250;blico, pr&amp;#243;prio/comum, subjetivo/objetivo, mapa/territ&amp;#243;rio e autor/leitor. O autor lembra que o trabalhador cl&amp;#225;ssico tinha sua mesa de trabalho, passando do espa&amp;#231;o privado do seu domic&amp;#237;lio para o espa&amp;#231;o p&amp;#250;blico, que &amp;#233; o seu ambiente de trabalho. J&amp;#225; o trabalhador de uma empresa virtual compartilha uma s&amp;#233;rie de recursos imobili&amp;#225;rios, mobili&amp;#225;rios e programas com outros colegas.

L&amp;#233;vy finaliza o cap&amp;#237;tulo 1, a virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; algo que coloca em causa a identidade cl&amp;#225;ssica, devido &amp;#224;s suas defini&amp;#231;&amp;#245;es, determina&amp;#231;&amp;#245;es, exclus&amp;#245;es, inclus&amp;#245;es e terceiros exclu&amp;#237;dos, o que, por consequ&amp;#234;ncia, &#8220;define&#8221; a virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o como heterog&amp;#234;nese. A virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; um processo de acolhimento da alteridade, cuidando que, ao aproxim&amp;#225;-la da heterog&amp;#234;nese, n&amp;#227;o a reduza ao simples &#8220;real&#8221;.


Capitulo II  - A Virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o do Corpo.

O autor trata  no primeiro item a quest&amp;#227;o das reconstru&amp;#231;&amp;#245;es humanas atrav&amp;#233;s de elementos externos ou virtuais. Enfatiza que hoje a ci&amp;#234;ncia atrav&amp;#233;s do desenvolvimento tecnol&amp;#243;gico, equipamentos virtualizam o corpo humano tornando-o transparente. Organicamente os corpos ficam expostos para um tipo de visualiza&amp;#231;&amp;#227;o com detalhes.
O autor apresenta que da socializa&amp;#231;&amp;#227;o das fun&amp;#231;&amp;#245;es som&amp;#225;ticas como as doen&amp;#231;as ao autocontrole dos afetos, humor tudo se tornam capacidades p&amp;#250;blicas e exteriorizadas. Diante ao processo de exposi&amp;#231;&amp;#227;o e virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o. Compara a virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o do corpo  com as informa&amp;#231;&amp;#245;es dos conhecimentos, da economia e da sociedade seria uma nova etapa na aventura da autocria&amp;#231;&amp;#227;o que sustenta a nossa esp&amp;#233;cie.

&#8226;	Percep&amp;#231;&amp;#245;es 
Salienta que o papel da percep&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; trazer o mundo aqui atraves dos sistemas de telecomunica&amp;#231;&amp;#227;o. Atrav&amp;#233;s do telefone para audi&amp;#231;&amp;#227;o , a televis&amp;#227;o para vis&amp;#227;o e mais outros virtualizam os sentidos, fazem viajar atrav&amp;#233;s de seus equipamentos ou instrumentos a voz a vis&amp;#227;o ,alcan&amp;#231;am muitos mais longe que o aqui e o agora neste local nesta momento, se eternizam a dist&amp;#226;ncia e chegam a lugares muito mais distantes que os olhos podem alcan&amp;#231;ar. Podemos assim reviver a experi&amp;#234;ncia sensorial de outras pessoas.

&#8226;	Proje&amp;#231;&amp;#245;es
A proje&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; ligada as m&amp;#225;quinas, as redes de transportes aos circuitos de produ&amp;#231;&amp;#227;o da energia. Mas na esteira deste racioc&amp;#237;nio, o autor quer chegar a quest&amp;#227;o da virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o o corpo tang&amp;#237;vel est&amp;#225; aqui e o corpo sonoro est&amp;#225; em qualquer lugar, cita como exemplo o telefone. Aspectos relevantes quando apresenta a quest&amp;#227;o dos clones, que s&amp;#227;o agentes vis&amp;#237;veis ou marionetes virtuais comandados por nossos gestos comandando talvez outros equipamentos ou agentes vis&amp;#237;veis a dist&amp;#226;ncia. Tudo uma proje&amp;#231;&amp;#227;o do real em outros lugares momentos, atrav&amp;#233;s de terceiros., mas com nossa interven&amp;#231;&amp;#227;o. 

&#8226;	Reviravoltas
O que seria vis&amp;#237;vel de nosso corpo? Com esta id&amp;#233;ia o autor remete o vis&amp;#237;vel a outro espectro de verdade. As m&amp;#225;quinas que virtualizam o corpo o tornam mais vis&amp;#237;vel que o vis&amp;#237;vel que vemos, ent&amp;#227;o isso seria o virtual? Desta forma o corpo &amp;#233; revirado como uma luva , o interior passa ao exterior ao mesmo tempo que permanece dentro. Isto seriam mais que vis&amp;#237;vel pela virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o do corpo atrav&amp;#233;s da m&amp;#225;quina.

&#8226;	O hipercorpo
A autor define o hipercorpo dado ao avan&amp;#231;o dos transplantes dos &amp;#243;rg&amp;#227;os , desde pele at&amp;#233; cora&amp;#231;&amp;#227;o, entre mortos e vivos, perpetuando e ligando pessoas a pessoas , animais a pessoas pois tamb&amp;#233;m temos esta rela&amp;#231;&amp;#227;o entre esp&amp;#233;cies. Um supercorpo podendo minimizar suas defici&amp;#234;ncias atraves de pr&amp;#243;teses , implantes e at&amp;#233; mesmos filtros externos para os rins. Hoje nos associamos virtualmente num s&amp;#243; corpo. Cada corpo individual torna-se parte integrante de um imenso hipercorpo h&amp;#237;brido e mundializado. 

&#8226;	Intensifica&amp;#231;&amp;#245;es.
Como reposta a n&amp;#227;o virtualizar o corpo , ou encontrar o seu eu , seu ponto de equil&amp;#237;brio, o ser humano atrav&amp;#233;s de esportes que perdem o p&amp;#233;, como a nata&amp;#231;&amp;#227;o ou mergulho, ou subir uma montanha  respirar no limite um ar rarefeito ou at&amp;#233; mesmo perder o peso em uma queda atrav&amp;#233;s de saltos de p&amp;#225;ra-quedas, parece ao autor uma rea&amp;#231;&amp;#227;o a virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o, n&amp;#227;o &amp;#233; necess&amp;#225;rios muitos instrumentos para se lan&amp;#231;ar ao aqui e agora. Seria a reconcentra&amp;#231;&amp;#227;o da pessoa em seu centro vital em seu ponto de ser mortal, tal encarna&amp;#231;&amp;#227;o m&amp;#225;xima neste lugar e nesta hora s&amp;#243; se obt&amp;#233;m estremecendo os limites, entre o ar e &amp;#225;gua, entre o c&amp;#233;u e a terra. Mas na opini&amp;#227;o do autor a perda do ponto de apoio tamb&amp;#233;m se desterrioliza.

&#8226;	Resplandec&amp;#234;ncia
O autor conclui dizendo que o corpo sa&amp;#237; de si mesmo , adquire novas velocidades, conquista novos espa&amp;#231;os. Salienta que a virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o do corpo n&amp;#227;o &amp;#233; uma desencarna&amp;#231;&amp;#227;o, mas uma reinven&amp;#231;&amp;#227;o, uma reencarna&amp;#231;&amp;#227;o, uma multiplica&amp;#231;&amp;#227;o, uma vetoriza&amp;#231;&amp;#227;o, uma heterog&amp;#234;nese do humano. Adquire performance quando sai de si atrav&amp;#233;s dos esportes, quando ultrapassa limites no espa&amp;#231;o mas n&amp;#227;o no tempo, pois e terrestre, resplandece ora aqui, ora l&amp;#225;, ora em si, ora misturado. Um dia separa-se completamente do hipercorpo e se extingue. 


Cap&amp;#237;tulo III -  A Virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o do Texto

	 A leitura, ou a atualiza&amp;#231;&amp;#227;o do texto: O autor inicia o texto apontando que desde sua origem, o texto &amp;#233; um objeto virtual, abstrato, independente de um suporte espec&amp;#237;fico e que ele &amp;#233; atualizado atrav&amp;#233;s de tradu&amp;#231;&amp;#245;es, edi&amp;#231;&amp;#245;es, exemplares e c&amp;#243;pias. Aponta tamb&amp;#233;m que  o trabalho da  leitura &amp;#233;, a partir de uma linearidade ou de uma platitude inicial, um ato de rasgar, de amarrotar, de torcer, de recosturar o texto para abrir um meio vivo no qual possa se desdobrar sentido, &amp;#233; ao percorr&amp;#234;-lo, ao cartograf&amp;#225;-lo que o fabricamos, que o atualizamos.
	 A escrita, ou a virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o da mem&amp;#243;ria: Para o autor, deve-se entender texto como um complexo n&amp;#227;o somente alfab&amp;#233;tico. O aparecimento da escrita acelerou o processo de artificializa&amp;#231;&amp;#227;o, de exterioriza&amp;#231;&amp;#227;o e de virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o da mem&amp;#243;ria. Virtualmente, a escrita dessincroniza e deslocaliza.  A leitura no papel, substitu&amp;#237;da pela leitura na tela faz com que leitor explore uma reserva potencial.  O armazenamento (mem&amp;#243;ria digital) &amp;#233; uma potencializa&amp;#231;&amp;#227;o, a exibi&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; uma realiza&amp;#231;&amp;#227;o.  Computador &amp;#233; um operador da potenciaza&amp;#231;&amp;#227;o da informa&amp;#231;&amp;#227;o e a tela do computador &amp;#233; uma m&amp;#225;quina de ler. Com o texto contempor&amp;#226;neo, aproximamo-nos do di&amp;#225;logo &#8211; muda a l&amp;#243;gica de que na escrita sobre algo est&amp;#225;tico est&amp;#227;o as verdades universais.
	A digitaliza&amp;#231;&amp;#227;o, ou a potencializa&amp;#231;&amp;#227;o do texto: A leitura no papel, substitu&amp;#237;da pela leitura na tela faz com que leitor explore uma reserva potencial. O armazenamento (mem&amp;#243;ria digital) &amp;#233; uma potencializa&amp;#231;&amp;#227;o, a exibi&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; uma realiza&amp;#231;&amp;#227;o. O computador &amp;#233; um operador da potenciaza&amp;#231;&amp;#227;o da informa&amp;#231;&amp;#227;o e a tela do computador &amp;#233; uma m&amp;#225;quina de ler. 
	O hipertexto: virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o do texto e virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o da leitura: A leitura &amp;#233; o ato de atualizar significados de um texto. Suporte digital permite novos tipos de leituras (e de escritas) coletivas. Escrita e leitura trocam de papel , todos que participam da estrutura&amp;#231;&amp;#227;o de um hipertexto, j&amp;#225; &amp;#233; um leitor e quem atualiza um percurso ou manifesta esse ou aquele aspecto da reserva documental contribui para a reda&amp;#231;&amp;#227;o. Com o hipertexto, toda leitura &amp;#233; um ato de escrita. 
	O ciberespa&amp;#231;o, ou a virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o do computador:  &amp;#201; um computador cujo centro est&amp;#225; em toda parte e a circunfer&amp;#234;ncia em nenhuma, um computador hipertextual, disperso, vivo, pulsante, inacabado... O pr&amp;#243;prio computador de Babel
	 A desterritorializa&amp;#231;&amp;#227;o do texto:  O texto continua existindo, mas a p&amp;#225;gina furtou-se. N&amp;#227;o me interesso mais pelo que pensou um autor inencontr&amp;#225;vel, pe&amp;#231;o ao texto para me fazer pensar. A virtualidade do texto alimenta minha intelig&amp;#234;ncia em ato.
	Rumo a um novo impulso da cultura do texto: Ler &amp;#233;  hierarquizar,  selecionar,esquematizar, interligar, integrar id&amp;#233;ias. Hipertextualiza&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o ou desterritorializa&amp;#231;&amp;#227;o da leitura. O texto n&amp;#227;o &amp;#233; imprensa, nem papel, nem com mensagens. A hipertextualidade nos faz sair da pr&amp;#233;-hist&amp;#243;ria. &amp;#201; como se acab&amp;#225;ssemos de inventar o texto. 



Cap&amp;#237;tulo IV -  A Virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o da Economia

Uma economia da desterritorializa&amp;#231;&amp;#227;o: A Economia contempor&amp;#226;nea &amp;#233; uma economia da desterritorializa&amp;#231;&amp;#227;o ou da virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o. A humanidade nunca utilizou tantos recursos para n&amp;#227;o estar presente.
O caso das finan&amp;#231;as:  O setor financeiro &amp;#233; a atividade caracter&amp;#237;stica da escalada da virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o. Uso de moeda virtualiza a economia e ela e o maior mercado do mundo, maior que o dos t&amp;#237;tulos e a&amp;#231;&amp;#245;es. Os banco de dados online est&amp;#227;o cada vez mais transparentes aos racioc&amp;#237;nios do mercado. 
Informa&amp;#231;&amp;#227;o e conhecimento: consumo n&amp;#227;o destrutivo e apropria&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o exclusiva: A informa&amp;#231;&amp;#227;o e conhecimento s&amp;#227;o fonte de produ&amp;#231;&amp;#227;o de riqueza. Existe a nessidade de formar-se para a mudan&amp;#231;a e n&amp;#227;o para a perman&amp;#234;ncia. A informa&amp;#231;&amp;#227;o e conhecimento quando consumidos n&amp;#227;o o destroem e quando cedidos n&amp;#227;o s&amp;#227;o perdidos
Desmaterializa&amp;#231;&amp;#227;o ou virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o: o que uma informa&amp;#231;&amp;#227;o? Conhecimento e informa&amp;#231;&amp;#227;o s&amp;#227;o desmaterializados, podem viajar. Uma informa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; virtual e quando utilizada, a informa&amp;#231;&amp;#227;o passa a ser atualizada, efetuo um ato criativo, produtivo. J&amp;#225; o conhecimento &amp;#233; fruto da aprendizagem, resultado da virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o de uma experi&amp;#234;ncia imediata.
Dial&amp;#233;tica do real e do poss&amp;#237;vel: Uma obra de arte e ao mesmo tempo uma possibilidade e uma virtualidade. Possibilidade enquanto fonte de prest&amp;#237;gio, um quadro &amp;#233; uma reserva de poss&amp;#237;veis (o original) que n&amp;#227;o pode se realizar (exposi&amp;#231;&amp;#227;o, venda) aqui e ali e virtual, porque enquanto figura, gravura, imagem sobre atualiza&amp;#231;&amp;#245;es virtuais.
O trabalho: Trabalhador atual n&amp;#227;o vende mais a for&amp;#231;a de trabalho, mas a capacidade de inovar de atualizar-se. A hora do rel&amp;#243;gio n&amp;#227;o &amp;#233; mais a medida da hora de trabalho (no caso de for&amp;#231;a de trabalho potencial (determinado como pura execu&amp;#231;&amp;#227;o). O sal&amp;#225;rio remunerava o potencial, os novos contratos de trabalho recompensam o atual. 
A virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o do mercado: O mercado online n&amp;#227;o conhece dist&amp;#226;ncias geogr&amp;#225;ficas. Direitos autorais cr&amp;#233;dito &amp;#237;nfimo ao autor ou propriet&amp;#225;rio.  Bem virtual &amp;#233; contabilizado, tra&amp;#231;ado e representado, por&amp;#233;m gratuito. Os valores seriam decididos dependendo do ambiente e do momento.
Economia do virtual e intelig&amp;#234;ncia coletiva: Todo ato &amp;#233; virtualmente produtor de riqueza social via sua participa&amp;#231;&amp;#227;o na intelig&amp;#234;ncia coletiva. Mercado atual &amp;#233; um embri&amp;#227;o de um sistema de avalia&amp;#231;&amp;#227;o e de remunera&amp;#231;&amp;#227;o dos atos de cada um por todos; 


Capitulo V &#8211; As Tr&amp;#234;s Virtualiza&amp;#231;&amp;#245;es que  Fizeram o Humano: A Linguagem, a T&amp;#233;cnica e o Contrato

As tr&amp;#234;s Virtualiza&amp;#231;&amp;#245;es que fizeram o humano: a linguagem, a t&amp;#233;cnica e o contrato
O nascimento das linguagens, ou a virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o do presente
Tr&amp;#234;s processos de virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o fizeram emergir a esp&amp;#233;cie humana: o desenvolvimento das linguagens, a multiplica&amp;#231;&amp;#227;o das t&amp;#233;cnicas e a complexifica&amp;#231;&amp;#227;o das institui&amp;#231;&amp;#245;es.
A linguagem, em primeiro lugar, virtualiza um &#8220;tempo real&#8221; que mant&amp;#233;m aquilo que est&amp;#225; vivo prisioneiro do aqui e agora. Com isso, ela inaugura o passado, o futuro e, no geral, o Tempo como um reino em si, uma extens&amp;#227;o provida de sua pr&amp;#243;pria consist&amp;#234;ncia. A partir da inven&amp;#231;&amp;#227;o da linguagem, n&amp;#243;s, humanos, passamos a habitar um espa&amp;#231;o virtual, o fluxo temporal tomado como um todo, que o imediato presente atualiza apenas parcialmente, fugazmente. N&amp;#243;s existimos.
	(...) gra&amp;#231;a &amp;#224; linguagem, temos acesso &#8220;direto&#8221; ao passado sob a forma de uma imensa cole&amp;#231;&amp;#227;o de lembran&amp;#231;as datadas e de narrativas interiores.
Sem as l&amp;#237;nguas, n&amp;#227;o poder&amp;#237;amos nem colocar quest&amp;#245;es, nem contar hist&amp;#243;rias, duas belas maneiras de nos desligarmos do presente intensificando ao mesmo tempo nossa exist&amp;#234;ncia.
	N&amp;#227;o devemos esses poderes apenas &amp;#224;s l&amp;#237;nguas, como o franc&amp;#234;s, o ingl&amp;#234;s ou o wolof, mas igualmente &amp;#224;s linguagens pl&amp;#225;sticas, visuais, musicais, matem&amp;#225;ticas etc. Quanto mais as linguagens se enriquecem e se estendem, maiores s&amp;#227;o as possibilidades de simular, fazer imaginar um alhures ou uma alteridade.
	As linguagens humanas virtualizam o tempo real, as coisas materiais, os acontecimentos atuais e as situa&amp;#231;&amp;#245;es em curso. Da desintegra&amp;#231;&amp;#227;o do presente absoluto surgem, como as duas faces da mesma cria&amp;#231;&amp;#227;o, o tempo e o fora-do-tempo, o anverso e o reverso da exist&amp;#234;ncia. Acrescentando ao mundo uma dimens&amp;#227;o nova, o eterno, o divino, o ideal t&amp;#234;m uma hist&amp;#243;ria.

A t&amp;#233;cnica, ou a Virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o da A&amp;#231;&amp;#227;o
De onde v&amp;#234;m as ferramentas? Primeiro, uma fun&amp;#231;&amp;#227;o f&amp;#237;sica ou mental dos seres vivos (bater, pegar, caminhar, voar, calcular) &amp;#233; identificada. Depois, essa fun&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#227;o separadas de um agregado particular de ossos, carne e neur&amp;#244;nios. Assim elas s&amp;#227;o separadas, ao mesmo tempo, de uma experi&amp;#234;ncia interior, subjetiva. A fun&amp;#231;&amp;#227;o abstrata &amp;#233; materializada sob outras formas que n&amp;#227;o o gesto habitual. O corpo nu &amp;#233; substitu&amp;#237;do por dispositivos h&amp;#237;bridos, outros suportes: o martelo pra a batida; a armadilha, o anzol ou a rede para a captura; a roda para o andar; o bal&amp;#227;o inflado de ar, as asas de avi&amp;#227;o ou as p&amp;#225;s de helic&amp;#243;ptero  para o v&amp;#244;o; o &amp;#225;baco ou a r&amp;#233;gua de c&amp;#225;lculo para as opera&amp;#231;&amp;#245;es matem&amp;#225;ticas...
	A fim de utilizar uma ferramenta, deve-se aprender gestos, adquirir reflexos, recompor uma identidade mental e f&amp;#237;sica. O ferreiro, o esquiador, o motorista de autom&amp;#243;vel, a ceifeira, a tricotadora ou a ciclista modificaram seus m&amp;#250;sculos e seus sistemas nervosos para integrar os instrumentos em uma esp&amp;#233;cie de corpo ampliado, modificado, virtualizado.
	o martelo real &amp;#233; essa marreta, esse ma&amp;#231;o, esse martelo de escultor: a coisa com seu pre&amp;#231;o, seu peso, seu cabo de madeira, sua cabe&amp;#231;a de metal, sua forma precisa. O martelo real deve ser forjado, montado, realizado pelo fabricante, armazenado, protegido. O martelo resiste ou subsiste.
O martelo, enfim, encerra um potencial, uma pot&amp;#234;ncia, um poder. Considerado como potencial, o martelo se revela perec&amp;#237;vel, &amp;#233; uma reserva finita de golpes, de usos particulares.

O contrato, ou Virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o da Viol&amp;#234;ncia
	
Os rituais, as religi&amp;#245;es, as morais, as leis, as normas econ&amp;#244;micas ou pol&amp;#237;ticas s&amp;#227;o dispositivos para virtualizar os relacionamentos fundados sobre as rela&amp;#231;&amp;#245;es de for&amp;#231;as, as puls&amp;#245;es, os instintos ou os desejos imediatos. Uma conven&amp;#231;&amp;#227;o ou um contrato, para tomar um exemplo privilegiado, tornam a defini&amp;#231;&amp;#227;o de um relacionamento independente de uma situa&amp;#231;&amp;#227;o particular; independente, em princ&amp;#237;pio, das varia&amp;#231;&amp;#245;es emocionais daqueles que o contrato envolve; independente da flutua&amp;#231;&amp;#227;o das rela&amp;#231;&amp;#245;es de for&amp;#231;a.
	Numa data sociedade, um ritual (digamos um casamento ou uma cerim&amp;#244;nia de inicia&amp;#231;&amp;#227;o) aplica-se a uma variedade indefinida de pessoas. A mudan&amp;#231;a de estatuto (&#8220;a partir de agora, sois casados&#8221;, &#8220;agora, sois um adulto&#8221;) &amp;#233; autom&amp;#225;tico e id&amp;#234;ntico para todos.
Um processo cont&amp;#237;nuo de virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o de relacionamentos forma aos poucos a complexidade das culturas humanas: religi&amp;#227;o, &amp;#233;tica, direito, pol&amp;#237;tica, economia. A conc&amp;#243;rdia talvez n&amp;#227;o seja um estado natural, uma vez que, para os humanos, a constru&amp;#231;&amp;#227;o social passa pela virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o.
A Arte, ou a Virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o da Virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o
	Porque que a arte interessa a tanta gente embora seja t&amp;#227;o dif&amp;#237;cil de descreve? Porque ela representa, por mais de uma raz&amp;#227;o, um &amp;#225;pice da humanidade. Nenhuma esp&amp;#233;cie animal jamais praticou as belas-artes. E n&amp;#227;o sem motivo: a arte est&amp;#225; na conflu&amp;#234;ncia das tr&amp;#234;s grandes correntes de virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o e de hominiza&amp;#231;&amp;#227;o que s&amp;#227;o as linguagens, as t&amp;#233;cnicas e as &amp;#233;ticas (ou religi&amp;#245;es). A arte &amp;#233; dif&amp;#237;cil de definir por estar quase sempre na fronteira da simples linguagem expressiva, da t&amp;#233;cnica ordin&amp;#225;ria (o artesanato) ou da fun&amp;#231;&amp;#227;o social muito claramente design&amp;#225;vel. Ela fascina porque coloca em pr&amp;#225;tica a mais virtualizante das atividades.

Cap&amp;#237;tulo VI: As opera&amp;#231;&amp;#245;es da virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o ou o tr&amp;#237;vio antropol&amp;#243;gico

Teoria que L&amp;#233;vy apresentar&amp;#225; permite reconhecer um caso de virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o, mas n&amp;#227;o se constitui um guia de inven&amp;#231;&amp;#227;o infal&amp;#237;vel. Basea-se na tr&amp;#237;plice via ou tr&amp;#237;vio.
O Tr&amp;#237;vio &#61664; Na Antiguidade e Idade M&amp;#233;dia existia o tr&amp;#237;vio do ensino liberal constitu&amp;#237;do de gram&amp;#225;tica, dial&amp;#233;tica e ret&amp;#243;rica. Essas tr&amp;#234;s vias envolvem opera&amp;#231;&amp;#245;es empregadas na virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o
O Tr&amp;#237;vio dos Signos
Caso da linguagem.
&#8226;	Gram&amp;#225;tica: arte de compor pequenas unidades significantes (palavras) a partir de unidades insignificantes (fonemas) e essas pequenas unidades significantes formadas ir&amp;#227;o formar grandes unidades significantes (frases, discursos).
&#8226;	Dial&amp;#233;tica: Conecta sistema de signos e um mundo objetivo. Implica o relacionamento com o outro (argumenta&amp;#231;&amp;#227;o) e com o exterior (refer&amp;#234;ncia, sem&amp;#226;ntica), pois n&amp;#227;o h&amp;#225; l&amp;#237;ngua sem essas rela&amp;#231;&amp;#245;es de correspond&amp;#234;ncia.
&#8226;	Ret&amp;#243;rica: arte de agir sobre os outros e sobre o mundo auxiliado pelos signos. Trata, at&amp;#233; mesmo, de criar uma realidade sa&amp;#237;da da linguagem, ou seja, um mundo virtual (da arte, da fic&amp;#231;&amp;#227;o, da cultura, do universo mental humano). A linguagem s&amp;#243; al&amp;#231;a v&amp;#244;o no est&amp;#225;gio ret&amp;#243;rico.
O Tr&amp;#237;vio das Coisas
Caso da t&amp;#233;cnica: hip&amp;#243;tese de L&amp;#233;vy de que as opera&amp;#231;&amp;#245;es gramaticais, dial&amp;#233;ticas e ret&amp;#243;ricas (chaves da capacidade virtualizante da linguagem) tamb&amp;#233;m constituem caracter&amp;#237;sticas da t&amp;#233;cnica.
&#8226;	Gram&amp;#225;tica: recorte de gestos elementares que podem ser utilizados em diferentes situa&amp;#231;&amp;#245;es e a&amp;#231;&amp;#245;es. Ex.: Recorte de gestos para dan&amp;#231;ar que se utiliza para fazer gin&amp;#225;stica, que se utiliza na esgrima, nas artes marciais e etc.
&#8226;	Dial&amp;#233;tica: da mesma forma que a linguagem &amp;#233; a uma abstra&amp;#231;&amp;#227;o do real, a t&amp;#233;cnica constitui-se de uma abstra&amp;#231;&amp;#227;o do aperfei&amp;#231;oamento de uma a&amp;#231;&amp;#227;o, ou seja, um dispositivo t&amp;#233;cnico, vale por um outro dispositivo. Ex.: a bicicleta &amp;#233; uma abstra&amp;#231;&amp;#227;o aperfei&amp;#231;oada do processo de caminhada que far&amp;#237;amos se a bicicleta n&amp;#227;o tivesse sido criada.
&#8226;	Ret&amp;#243;rica: Neste est&amp;#225;gio, tamb&amp;#233;m, a t&amp;#233;cnica al&amp;#231;a v&amp;#244;o. Diz da capacidade da t&amp;#233;cnica transformar-se em algo diferente daquilo para a qual foi aprimorada, algo com sentido pr&amp;#243;prio, para al&amp;#233;m da quest&amp;#227;o de utilidade e fun&amp;#231;&amp;#227;o. Como no caso dos computadores que, num primeiro impulso, surgiram do aperfei&amp;#231;oamento das m&amp;#225;quinas calculadoras, mas hoje criam-se novos conceitos inform&amp;#225;ticos independente do c&amp;#225;lculo, ou para al&amp;#233;m do c&amp;#225;lculo.
O Tr&amp;#237;vio dos Seres
&#8226;	Gram&amp;#225;tica: Percebemos a exist&amp;#234;ncia de elementos simples, n&amp;#227;o-significantes, capazes de realizar combina&amp;#231;&amp;#245;es e compor arranjos contratuais, legais, sociais e etc. Ex.: sentimentos, paix&amp;#245;es, gestos, pessoas.
&#8226;	Dial&amp;#233;tica: A partir dos elementos de base da gram&amp;#225;tica estabelecem-se rela&amp;#231;&amp;#245;es, intera&amp;#231;&amp;#245;es numa constru&amp;#231;&amp;#227;o complexa do social.
&#8226;	Ret&amp;#243;rica: Percebe-se o crescimento de um universo relacional aut&amp;#244;nomo, desvinculado, em sua legitima&amp;#231;&amp;#227;o, da utilidade, fun&amp;#231;&amp;#227;o, um universo que tem sentido pr&amp;#243;prio e cria universos de significa&amp;#231;&amp;#245;es. Ex.: inven&amp;#231;&amp;#245;es do monote&amp;#237;smo, direito romano, democracia...
A Gram&amp;#225;tica, Fundamento da Virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o
Quest&amp;#227;o: Por que os tr&amp;#234;s est&amp;#225;gios do tr&amp;#237;vio formam um caminho de virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o?
	A gramatiza&amp;#231;&amp;#227;o realiza um recorte em algo cont&amp;#237;nuo (continuum) obtendo elementos convencionais. Esses tornam-se independentes de contextos vivos. Formam o grau m&amp;#237;nimo do virtual, pois cada elementos pode ser atualizado numa variedade infinita de ocorr&amp;#234;ncias. Como ilustra&amp;#231;&amp;#227;o temos a escrita: a fala &amp;#233; viva, a escrita separa o corpo vivo de uma situa&amp;#231;&amp;#227;o particular. A impress&amp;#227;o separa o texto lido do tra&amp;#231;o proveniente de uma performance muscular. A informatiza&amp;#231;&amp;#227;o acelera todos esses movimentos quando reduz todas as mensagens a combina&amp;#231;&amp;#245;es dos s&amp;#237;mbolos 0 e 1. &#8220;A inform&amp;#225;tica &amp;#233; a mais virtualizante das t&amp;#233;cnicas por ser tamb&amp;#233;m a mais gramaticalizante&#8221; (p. 88).
 No campo social, temos o exemplo da pol&amp;#234;mica de Hobbes e Boyle. Boyle queria separar o fato cient&amp;#237;fico de sua explica&amp;#231;&amp;#227;o causal. Hobbes dizia que &amp;#233; imposs&amp;#237;vel separar a constata&amp;#231;&amp;#227;o dos fatos da formula&amp;#231;&amp;#227;o das hip&amp;#243;teses. Efetivamente Hobbes tinha raz&amp;#227;o, pois essa separa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; artificial, mas L&amp;#233;vy destaca que talvez a tentativa de Boyle tenha sido separar dispositivos elementares do conhecimento como uma parte virtual deste. 
Como exemplo final, L&amp;#233;vy traz a virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o do reconhecimento dos saberes por toda a sociedade. Partindo dos diplomas, podemos dizer que eles n&amp;#227;o podem ser reduzidos a suas partes mais elementares, nem oferecem dupla articula&amp;#231;&amp;#227;o. A partir disto, foi imaginado (Authier, L&amp;#233;vy, 1992) o sistema da &amp;#225;rvore dos conhecimentos. &amp;#201; formada por part&amp;#237;culas elementares (brev&amp;#234;s) dos saberes que n&amp;#227;o possuem sentido isolado. 
O conjunto dos brev&amp;#234;s, o curricula, s&amp;#227;o os saberes de um indiv&amp;#237;duo e utiliz&amp;#225;veis pelo grupo social em que est&amp;#225; inserido. As &amp;#225;rvores seriam a articula&amp;#231;&amp;#227;o dos curricula. Um indiv&amp;#237;duo pode estar inserido em diferentes &amp;#225;rvores, priorizando a articula&amp;#231;&amp;#227;o com diferentes curricula dependendo dos brev&amp;#234;s que foram utilizados na &amp;#225;rvore de determinado grupo social.

A Dial&amp;#233;tica e a Ret&amp;#243;rica, Apogeu da Virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o
	A gram&amp;#225;tica separa elementos e organiza sequ&amp;#234;ncias, a dial&amp;#233;tica objetiva substitui&amp;#231;&amp;#245;es e correspond&amp;#234;ncias e a ret&amp;#243;rica separa seus objetos das combinat&amp;#243;rias e faz o virtual desdobrar-se num mundo aut&amp;#244;nomo.

Capitulo VII : A Virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o da intelig&amp;#234;ncia e a constitui&amp;#231;&amp;#227;o do sujeito 

	Neste cap&amp;#237;tulo, fa&amp;#231;o uma breve explana&amp;#231;&amp;#227;o de alguns t&amp;#243;picos apresentados por Pierry L&amp;#233;vy, dentre os quais considerei fundamentais para a compreens&amp;#227;o do pensamento do autor. 
	Para L&amp;#233;vy (1997), o pensamento &amp;#233; uma produ&amp;#231;&amp;#227;o hist&amp;#243;rica e cultural, fruto das articula&amp;#231;&amp;#245;es do sujeito com seu meio, ou seja, das institui&amp;#231;&amp;#245;es, das l&amp;#237;nguas, dos sistemas de signos, das t&amp;#233;cnicas de comunica&amp;#231;&amp;#227;o e de registro. Deste modo, &#8220;o coletivo pensa dentro de n&amp;#243;s&#8221;. Define a intelig&amp;#234;ncia coletiva como: &#8220;uma intelig&amp;#234;ncia distribu&amp;#237;da em toda parte, continuamente valorizada e sinergizada em tempo real (L&amp;#233;vy, 1997, p. 96).&#8221;
	Considera que do ponto de vista biol&amp;#243;gico, a intelig&amp;#234;ncia &amp;#233; individual e precisa de um c&amp;#233;rebro para o seu funcionamento, do ponto de vista cultural, existe uma dimens&amp;#227;o social da intelig&amp;#234;ncia.  
	A intelig&amp;#234;ncia &amp;#233; entendida aqui como um conjunto de aptid&amp;#245;es cognitivas (perceber, aprender, imaginar, lembrar), na qual a execu&amp;#231;&amp;#227;o dessas aptid&amp;#245;es envolve uma parte social ou coletiva, dentre elas a l&amp;#237;ngua, a linguagem, os signos, bem como as institui&amp;#231;&amp;#245;es sociais, as regras, leis, costumes, os artefatos e ferramentas (computadores, carros, telefone, e outros) que s&amp;#227;o encontradas no mundo exterior, interferem e nos constituem enquanto sujeitos dotados de intelig&amp;#234;ncia. Portanto, n&amp;#227;o pensamos sozinhos, mas um coletivo pensa dentro de n&amp;#243;s &#8211; intelig&amp;#234;ncia coletiva.
	Define o psiquismo integral como sendo capaz de afeto e concordante com a no&amp;#231;&amp;#227;o de pensamento coletivo, al&amp;#233;m disso, prop&amp;#245;e pensa-lo em intera&amp;#231;&amp;#227;o com o meio ambiente, onde a constitui&amp;#231;&amp;#227;o da personalidade individual ou coletiva se forma de acordo com uma determinada &amp;#233;poca, local e cultura.  Apresenta quatro dimens&amp;#245;es do psiquismo: uma topologia, uma semi&amp;#243;tica, uma axiologia e uma energ&amp;#233;tica.  A primeira refere-se &amp;#224;s conex&amp;#245;es, liga&amp;#231;&amp;#245;es, rela&amp;#231;&amp;#245;es, proximidades que estruturam o psiquismo. A segunda refere-se &amp;#224;s representa&amp;#231;&amp;#245;es, signos, mensagens que circulam no espa&amp;#231;o das conex&amp;#245;es. A terceira trata dos valores positivos ou negativos, de natureza m&amp;#243;vel e mut&amp;#225;vel, que interligam ou repelem as zonas ps&amp;#237;quicas e as representa&amp;#231;&amp;#245;es.  Por &amp;#250;ltimo, a energ&amp;#233;tica que s&amp;#227;o as for&amp;#231;as energ&amp;#233;ticas que regem o funcionamento ps&amp;#237;quico, permitindo-o produzir deslocamentos de for&amp;#231;as, mobiliza&amp;#231;&amp;#245;es ou fixa&amp;#231;&amp;#245;es de valores, etc.
	Nas palavras de L&amp;#233;vy (1997, p.107), o psiquismo: &#8220;&amp;#233; apenas o exterior, mas um exterior infiltrado, tensionado, transubstanciado, animado pela afetividade.&#8221; Para ele, o virtual &amp;#233; igual ao funcionamento do psiquismo, assim como este, o que atualiza o virtual s&amp;#227;o os afetos. 
	Desse modo, o psiquismo &amp;#233; sempre coletivo. Portanto, os coletivos humanos podem ser ditos inteligentes, megaps&amp;#237;quicos, mega-sujeitos sociais, fluxos de afetos, constituindo e constituintes por um emaranhado de n&amp;#243;s e providos cada um de sua pr&amp;#243;pria singularidade. 
	Pierre L&amp;#233;vy apresenta o ciberespa&amp;#231;o como uma virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o do mundo social j&amp;#225; existente, representando um avan&amp;#231;o em dire&amp;#231;&amp;#227;o a meios mais evolu&amp;#237;dos de intelig&amp;#234;ncia coletiva, &amp;#233; atrav&amp;#233;s dele que milhares de pessoas se encontram, segundo seus interesses e exploram a internet, os chats, e outros modos de viver em sociedade.
	O ciberespa&amp;#231;o &#8220;favorece as conex&amp;#245;es, as coordena&amp;#231;&amp;#245;es, as sinergias entre as intelig&amp;#234;ncias individuais&#8221; e, assim, consegue introduzir uma vis&amp;#227;o do virtual mais ampliada e produtiva do que outros te&amp;#243;ricos que consideram o virtual, o contrario de real, mas na realidade &amp;#233; um &#8220;lugar&#8221; onde o homem ainda ganha mais liberdade para fazer mudan&amp;#231;as, um espa&amp;#231;o onde a heterog&amp;#233;nese ocorre, caso seja utilizada a servi&amp;#231;o da democratiza&amp;#231;&amp;#227;o e n&amp;#227;o da reprodu&amp;#231;&amp;#227;o do medi&amp;#225;tico e mercantiliza&amp;#231;&amp;#227;o de informa&amp;#231;&amp;#245;es.

&#8226;	A Intelig&amp;#234;ncia coletiva na intelig&amp;#234;ncia pessoal: Linguagens, T&amp;#233;cnicas, Institui&amp;#231;&amp;#245;es.

&#8226;	Para L&amp;#233;vy intelig&amp;#234;ncia &amp;#233;:
O conjunto Can&amp;#244;nico das aptid&amp;#245;es cognitivas, saber, as capacidades de perceber, de lembrar, de aprender, de imaginar e de raciocinar.
&#8226;	Para L&amp;#233;vy conhecimento &amp;#233;:
Valores transmitidos pela cultura onde os pensamentos individuais se desenvolvem, tecem pequenas varia&amp;#231;&amp;#245;es e produzem &amp;#224;s vezes inova&amp;#231;&amp;#245;es importantes.

Intelig&amp;#234;ncia Coletiva- I.C.	     (a igreja,cientistas,burocracia do Estado) encarnam formas diferentes encarnam formas deferentes de I.C.
Esta ligada as linguagens, as t&amp;#233;cnicas e as institui&amp;#231;&amp;#245;es # conforme lugar e &amp;#233;poca.	 Modelam o ambiente coletivo oportunizam que certos tipos de mensagens t&amp;#234;m + chance de se reproduzir que outros.

ECONOMIAS COGNITIVAS:
&#8226;	Grupos humanos

       S&amp;#227;o meios econ&amp;#244;micos nos quais esp&amp;#233;cies de representa&amp;#231;&amp;#245;es ou de id&amp;#233;ias aparecem e morrem, se propagam ou regridem...

	Coletivo humano
Os modelos digitais                 
          Proporcionam crescimento de conhecimentos
          Economia cognitiva favorece

&#8226;	O aparecimento das Tecnologias Intelectuais  n&amp;#227;o determinam o modo de conhecimento ou de organiza&amp;#231;&amp;#227;o social. As t&amp;#233;cnicas n&amp;#227;o determinam elas condicionam.  
       
  S&amp;#227;o condensa&amp;#231;&amp;#245;es da Intelig&amp;#234;ncia coletiva humana. 

             A t&amp;#233;cnica prop&amp;#245;e e os homens disp&amp;#245;em.

M&amp;#225;quinas Darwinianas  
     
             Organiza&amp;#231;&amp;#245;es  que aprendem, associa&amp;#231;&amp;#245;es de consumidores e n&amp;#227;o funcionam em circuito fechado).
Os sistemas darwinianos apresentam uma capacidade de aprendizagem n&amp;#227;o dirigidas.O mercado pode ser considerado como uma m&amp;#225;quina darwiniana, mas ele &amp;#233; mais inteligente se as empresas e os consumidores que o animam forem, por sua vez, m&amp;#225;quinas darwinianas.


As quatro dimens&amp;#245;es da afetividade:
              Sem afetividade, o sistema retorna a insensibilidade, &amp;#224; exterioridade e a dispers&amp;#227;o ontol&amp;#243;gica do simples mecanismo.
Um afeto &amp;#233;, de maneira mais geral, uma modifica&amp;#231;&amp;#227;o do esp&amp;#237;rito, um diferencial da vida ps&amp;#237;quica. Simetricamente, a vida ps&amp;#237;quica manifesta-se como fluxo de afetos,  est&amp;#225; aberto para o exterior, um exterior infiltrado, tencionando, complicado, animado pela afetividade.

Coletivos humanos e Sociedade de insetos:
A no&amp;#231;&amp;#227;o de intelig&amp;#234;ncia coletiva evoca irresistivelmente o funcionamen5to das sociedades de insetos: abelhas, formigas,cupins.No entanto, as comunidades humanas diferem dos cupinzeiros.

                                        Diferen&amp;#231;as

 A intelig&amp;#234;ncia coletiva            a formiga tem um elo incons-
pensa dentro de n&amp;#243;s;               ciente de formigueiro inteli-
                                                    gente;              

Coletivos humanos e Sociedade de insetos:
                                     
                                    Diferen&amp;#231;as


-Podemos usufruir da          - A formiga tem apenas uma pe-
In telig&amp;#234;ncia coletiva;              quen&amp;#237;ssima vis&amp;#227;o da intelig&amp;#234;ncia;
-O homem &amp;#233; inteligente;     - A formiga &amp;#233;, relativamente ao                  					              humano, est&amp;#250;pida; 

Enquanto pot&amp;#234;ncia pode remeter para a no&amp;#231;&amp;#227;o de ilus&amp;#227;o, mas o autor sublinha que  este elemento n&amp;#227;o se situa no dom&amp;#237;nio do on&amp;#237;rico: a virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; um dos principais vectores de cria&amp;#231;&amp;#227;o da realidade . Neste sentido, virtual existe e produz efeitos. Logo, o movimento de virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o implica irreversibilidade nos seus efeitos, indetermina&amp;#231;&amp;#227;o no seu processo e inven&amp;#231;&amp;#227;o/cria&amp;#231;&amp;#227;o do seu espa&amp;#231;o. 
Ser&amp;#225;, ent&amp;#227;o, a virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o um fen&amp;#244;meno da contemporaneidade? L&amp;#233;vy considera que, pelo contr&amp;#225;rio, antes das tecnologias eletr&amp;#244;nicas (dos dispositivos tecnol&amp;#243;gicos), j&amp;#225; existiam vectores de virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o, como a imagina&amp;#231;&amp;#227;o, a mem&amp;#243;ria, o conhecimento e a religi&amp;#227;o. 


Capitulo VIII &#8211; A Virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o da Intelig&amp;#234;ncia e a Constitui&amp;#231;&amp;#227;o do Objeto


Este cap&amp;#237;tulo trata do surgimento do objeto como conclus&amp;#227;o da virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o e est&amp;#225; elaborado em tr&amp;#234;s partes:
-A parte cognitiva da cogni&amp;#231;&amp;#227;o e da afetividade pessoal:
-A quest&amp;#227;o do coletivo pensante e a
_Utopia pol&amp;#237;tico pensante.
 No que se refere aos seres humanos, esses jamais pensam sozinhos ou sem ferramentas. As institui&amp;#231;&amp;#245;es, as l&amp;#237;nguas, as t&amp;#233;cnicas de comunica&amp;#231;&amp;#245;es e de registro informam sobre nossas atividades cognitivas. N&amp;#227;o obstante o sistema neural de base, temos que o pensamento &amp;#233; todo hist&amp;#243;rico, datado e situado em um contexto hist&amp;#243;rico, n&amp;#227;o somente em seu prop&amp;#243;sito como tamb&amp;#233;m em seus procedimentos, modos e a&amp;#231;&amp;#245;es. 
E a an&amp;#225;lise do funcionamento do ciberespa&amp;#231;o serve para preparar a an&amp;#225;lise do operador que &amp;#233; o objeto na constitui&amp;#231;&amp;#227;o dos coletivos inteligentes, do mercado capitalista ao enigma da hominiza&amp;#231;&amp;#227;o. O objeto &amp;#233; a chave da intelig&amp;#234;ncia coletiva e suporte por excel&amp;#234;ncia da virtualiza&amp;#231;&amp;#227;o, opondo-se ao real com o seu duplo tenaz e perverso.


Capitulo IX &#8211; Ser&amp;#225; uma constru&amp;#231;&amp;#227;o coletiva apresentada oralmente pelo Breeze.
</description><guid isPermaLink="true">http://www.aypwip.org/webnote/benites#note6</guid></item><item><title>Mesa Redonda sobre o livro -Livro: O que &amp;amp;#233; virtual? - P</title><description>Mesa Redonda sobre o livro -Livro: O que &amp;#233; virtual? - Pierre L&amp;#233;vy
bom trabalho para todos n&amp;#243;s...</description><guid isPermaLink="true">http://www.aypwip.org/webnote/benites#note5</guid></item><item><title>UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL</title><description>                                              UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
                                                               FACULDADE DE EDUCA&amp;#199;&amp;#195;O 
                         ESPECIALIZA&amp;#199;&amp;#195;O LATU SENSU TUTORIA EM EDUCA&amp;#199;&amp;#195;O A DIST&amp;#194;NCIA
                   DISCIPLINA:  T&amp;#243;picos Especiais III - Tutoria e media&amp;#231;&amp;#227;o pedag&amp;#243;gica em EAD 2008/2
                                                   NOME DA PROFESSORA: Cintia In&amp;#234;s Boll
                                                                   NOME DOS  ALUNAS/OS: 
                                      ANTONIO FALCETTA, CAROLINE BOHRER DA AMARAL, 
                                          DAIANE ALMANDA, GENY SCHWARTZ DA SILVA, 
                             GERSON LUIZ MILLAN e  MARCO AURELIO DOS SANTOS BENITES.


                                                                                    ATIVIDADE

                  Depois da leitura do texto de Maria Candida de Moraes TECENDO A REDE, MAS COM QUE            
                  PARADIGMA?, analise, em grupos de at&amp;#233; 6 pessoas, o cap. 2 do Manual do Tutor do PEAD 
                  (especialmente os quadros das p. 26 e 27) considerando as discuss&amp;#245;es apresentadas pela autora em 
                  seu artigo.

                                                                                  BRAINSTORM

                                             Guia do tutor       http://www.aypwip.org/webnote/benites
                                             Algumas quest&amp;#245;es:

                                             Tutor de p&amp;#243;lo - conhecimento espec&amp;#237;fico, suporte emocional, did&amp;#225;tico; mais cobrado 
                                             pelo aluno (ex: Tr&amp;#234;s Cachoeiras);
                                             Tutor de sede &#8211; avalia&amp;#231;&amp;#227;o
                                             Tutor &amp;#233; como aluno, pois tamb&amp;#233;m est&amp;#225; aprendendo as novas tem&amp;#225;ticas. Precisa saber 
                                             questionar. 
                                             Tem uma experi&amp;#234;ncia para orientar o trabalho de pesquisa, produ&amp;#231;&amp;#245;es dos alunos
                                             Autonomia do aluno / autonomia do tutor
                                             Enuciado das atividades, clareza, interpreta&amp;#231;&amp;#227;o, objetividade
                                             Material did&amp;#225;tico: cds, textos
                                             Conhecer as plataformas


                                                                          DATA DA POSTAGEM

                                                                          18 de agosto de 2008.



                                                 Ap&amp;#243;s a leitura do texto de Maria C&amp;#226;ndida de Moraes

                                                            Tecendo Rede, com que Paradigma?


          Eis o questionamento de Roberto M&amp;#252;ller: &#8220;como educar para uma sociedade do conhecimento que requer sujeitos aut&amp;#244;nomos, cr&amp;#237;ticos, usando t&amp;#233;cnicas e metodologias epistemologicamente equivocadas e cientificamente defasadas?".

          Na verdade, a maioria das nossas escolas n&amp;#227;o est&amp;#225; preparada, tanto em recursos humanos quanto em recursos f&amp;#237;sicos, como espa&amp;#231;o e materiais adequados para as mudan&amp;#231;as para um tempo de novas tecnologias. 
          Tal problem&amp;#225;tica, de certa forma, vem nos incomodando. Segundo Gast&amp;#243;n, temos de modernizar sem excluir, eis o desafio mundial da atualidade. Observa Laszio: &#8220;as novas redes de comunica&amp;#231;&amp;#227;o e de informa&amp;#231;&amp;#227;o [...] crescem rapidamente, conectando pessoas em todo o mundo. Mas elas n&amp;#227;o podem garantir um mundo humano e sustent&amp;#225;vel se as redes de informa&amp;#231;&amp;#245;es continuarem s&amp;#243; para a minoria que det&amp;#233;m o poder para defender seus pr&amp;#243;prios interesses&#8221;.
          Precisamos de cuidados para n&amp;#227;o nos enganarmos quanto a colocar um aluno em frente ao computador e pensar que por isso apenas as mudan&amp;#231;as ir&amp;#227;o acontecer. Podemos, ainda quem sabe, estar aprisionado a mente, a intelig&amp;#234;ncia e a criatividade do aluno.
          Temos de sair do "quadro verde e giz" - que acontece na maioria das nossas escolas, mas que deveria pertencer ao passado. Devemos, sim, colocar nossos alunos diante da tecnologia, mas tamb&amp;#233;m devemos lev&amp;#225;-los a desenvolver a cr&amp;#237;tica e a saber fazer a triagem das informa&amp;#231;&amp;#245;es. A informa&amp;#231;&amp;#227;o sem reflex&amp;#227;o n&amp;#227;o leva a nada; ali&amp;#225;s, leva &amp;#224; aliena&amp;#231;&amp;#227;o. A reflex&amp;#227;o &amp;#233; o caminho, e considero esse um dos pontos altos no Curso PEAD. 
          Ao profissional da educa&amp;#231;&amp;#227;o muito tem a pesar, hoje, um projeto educativo empreendedor, no qual, para a atua&amp;#231;&amp;#227;o do profissional, &amp;#233; necess&amp;#225;ria a certeza dos objetivos a serem alcan&amp;#231;ados, dos paradigmas da interven&amp;#231;&amp;#227;o pedag&amp;#243;gica, da flexibilidade e, ao mesmo tempo, da sensibilidade. Ao fazermos a reflex&amp;#227;o pela sensibilidade, pode-se estabelecer uma rela&amp;#231;&amp;#227;o direta com os prop&amp;#243;sitos da fun&amp;#231;&amp;#227;o social. N&amp;#227;o podemos esquecer a quest&amp;#227;o do ensino presencial, que &amp;#233; ainda  muito forte. Os nossos alunos, por d&amp;#233;cadas, receberam em sua forma&amp;#231;&amp;#227;o a presen&amp;#231;a do professor em sala de aula. 
          O manual do tutor de sede enfatiza que a&amp;#231;&amp;#245;es de incentivar, acolher, zelar  n&amp;#227;o s&amp;#227;o particularidades da sede, mas sim atos socializados pelos tutores do p&amp;#243;lo que hoje v&amp;#234;m demonstrando maturidade e avan&amp;#231;os nessas &amp;#225;reas. Depois de 2 anos e meio de atividades do Pead, hoje podemos afirmar que as atividades tanto do tutor de p&amp;#243;lo como do de sede se entrela&amp;#231;am, de forma tal a criar um ambiente agrad&amp;#225;vel e acolhedor &amp;#224; aprendizagem, promovendo aos alunos a tomada de decis&amp;#227;o e autonomia na constru&amp;#231;&amp;#227;o e descontru&amp;#231;&amp;#227;o de suas aprendizagens.   
          Por outro lado, n&amp;#227;o menos importante, &amp;#233; necess&amp;#225;rio que o professor seja, nesse sistema, mais motivador de aprendizagens do que instrucionista - ao propor roteiros passo a passo para o pensamento, apaga-se a criatividade, essencial para a promo&amp;#231;&amp;#227;o da pesquisa e o aprofundamento de teses, certezas e d&amp;#250;vidas. 
          Considero desafio a constitui&amp;#231;&amp;#227;o de uma pol&amp;#237;tica educacional moderna, com metodologia que reforce a import&amp;#226;ncia da identifica&amp;#231;&amp;#227;o entre as formas do pensar e do agir dos educadores, utilizando-se da criatividade de todos na solu&amp;#231;&amp;#227;o de problemas e na busca incans&amp;#225;vel da efic&amp;#225;cia do ensino. 
          Considerando as discuss&amp;#245;es apresentadas pela autora, em seu artigo do Guia do Tutor, evidencia-se a responsabilidade da fun&amp;#231;&amp;#227;o pedag&amp;#243;gica de apoio docente que recai sobre o tutor. E tamb&amp;#233;m as fun&amp;#231;&amp;#245;es social e organizativa.
          Da fun&amp;#231;&amp;#227;o pedag&amp;#243;gica: cabe ao tutor da sede *disponibilizar e fornecer informa&amp;#231;&amp;#245;es; *trabalhar a partir da pedagogia da pergunta; *realizar interven&amp;#231;&amp;#245;es diretas, no caso de aus&amp;#234;ncia da equipe; *dialogar com o tutor do P&amp;#243;lo; *acompanhar o entendimento de cada aluno; * analisar e sugerir realiza&amp;#231;&amp;#245;es a partir das orienta&amp;#231;&amp;#245;es nas interdisciplinas.
          Da fun&amp;#231;&amp;#227;o social: cabe ao tutor sede * incentivar a troca de experi&amp;#234;ncias e informa&amp;#231;&amp;#245;es entre os estudantes; * acolher as d&amp;#250;vidas e sugest&amp;#245;es dos estudantes; *aceitar cr&amp;#237;tica; etc.
          Da fun&amp;#231;&amp;#227;o organizativa: cabe ao tutor dialogar, informar, solicitar, realizar e registrar relat&amp;#243;rios, etc.
As palavras-chaves que consideramos importantes para que o tutor realize um bom trabalho junto aos alunos s&amp;#227;o capacita&amp;#231;&amp;#227;o, sintonia, criatividade, paci&amp;#234;ncia, perseveran&amp;#231;a, equil&amp;#237;brio, toler&amp;#226;ncia, e ainda a capacidade de ser aprendiz sempre. Necessitamos aprender sempre &#8211; n&amp;#227;o no sentido de se criar um amontoado de coisas, mas no de criar uma rede ou teia de intera&amp;#231;&amp;#245;es din&amp;#226;micas que se venha interpor e garantir a aprendizagem de qualidade que tanto almejamos.
          &#8220;A intelig&amp;#234;ncia &amp;#233; a pr&amp;#243;pria vida no seu processo de adapta&amp;#231;&amp;#227;o" (Piaget).
          Mudar &amp;#233; transformar as informa&amp;#231;&amp;#245;es em conhecimentos, atitudes, comportamentos. Penso que &amp;#233; essa a vis&amp;#227;o que o educador precisa ter para ser um empreendedor; no entanto, os educadores devem buscar as mudan&amp;#231;as e enfrentar com coragem os desafios e problemas. As discuss&amp;#245;es devem ser voltadas a reflex&amp;#245;es sobre seus pr&amp;#243;prios  compromissos e pap&amp;#233;is na transforma&amp;#231;&amp;#227;o da sociedade. Uma sociedade na qual todos possam viver com dignidade e a Educa&amp;#231;&amp;#227;o seja prioridade.
          A fun&amp;#231;&amp;#227;o pedag&amp;#243;gica de disponibilizar e fornecer informa&amp;#231;&amp;#245;es, acompanhar e orientar, sobre as atividades propostas na Interdisciplina &amp;#233; um dos itens que me mais nos chama a aten&amp;#231;&amp;#227;o como Tutores.  Este pronto atendimento aos alunos trat&amp;#225;-los com respeito, &amp;#233;tica e acima de tudo com muita paci&amp;#234;ncia &amp;#233; um pronto muito importante nesta constru&amp;#231;&amp;#227;o de conhecimentos. Muitas vezes o aluno est&amp;#225; h&amp;#225; mais de 100 quil&amp;#244;metros de dist&amp;#226;ncia do professor, do tutor e figuradamente falando da Interdisciplina. A pronta resposta seja ela via e-mail, messenger, skype, telefone ou qualquer outra forma, &amp;#233; muito importante para que este aluno n&amp;#227;o perca a sua motiva&amp;#231;&amp;#227;o para estudar e para fortalecer a sua aprendizagem.
          Um aluno que faz parte de um curso presencial, muitas vezes ele pode tirar a sua d&amp;#250;vida com o professor na mesma hora ou  na pr&amp;#243;xima aula, isto o deixa mais tranq&amp;#252;ilo. J&amp;#225; por sua vez o aluno da EAD, muitas vezes se sente perdido, longe de todos e de tudo, pois n&amp;#227;o consegue ver, ler ou escutar a voz do outro para trocar id&amp;#233;ias.
         A presen&amp;#231;a do tutor, mesmo que seja a dist&amp;#226;ncia, faz com que ele se sinta tranq&amp;#252;ilo aumentando a sua possibilidade de aprender. Outro item importante nestas intera&amp;#231;&amp;#245;es, tro&amp;#231;as e constru&amp;#231;&amp;#245;es de conhecimento &amp;#233; a forma de di&amp;#225;logo entre o tutor e o aluno. A forma de escrever uma mensagem (e-mail coment&amp;#225;rios), por exemplo, deve respeitar a constru&amp;#231;&amp;#227;o do aluno. Podemos dizer que ele dever refazer toda a atividade, mas &amp;#233; vital e produtivo que antes de dizer isto, digamos o que a sua produ&amp;#231;&amp;#227;o tem de positivo, ressaltando as partes onde ele fez links interessantes com os textos lidos e discutidos. Dentro desta perspectiva percebemos que o aluno vai elaborando seus conhecimentos com a colabora&amp;#231;&amp;#227;o do tutor que lhe indica possibilidades de aperfei&amp;#231;oar as suas constru&amp;#231;&amp;#245;es.



Dei uns pitacos e fiz uns arranjos no texto da Geny. H&amp;#225; tamb&amp;#233;m que se colocar as refer&amp;#234;ncias completas. N&amp;#227;o sei se n&amp;#227;o proporia mais interven&amp;#231;&amp;#245;es...  se &amp;#233; que este vai mesmo servir de base para o trabalho. Acho uma boa estrat&amp;#233;gia. Bem, vejamos, est&amp;#225; na mesa! Ant&amp;#244;nio 11/09/08

    Ol&amp;#225; COLEGAS...

  Coloquei o seguinte texto l&amp;#225; na  p&amp;#225;gina amarela a partir da frase: (A fun&amp;#231;&amp;#227;o pedag&amp;#243;gica de disponibilizar...).
Est&amp;#225; bem legal as nossas constru&amp;#231;&amp;#245;es. A Refer&amp;#234;ncia deixe para uma mulher colocar, pois elas s&amp;#227;o mais cuidadosas.
Abra&amp;#231;&amp;#227;o, Gerson.
</description><guid isPermaLink="true">http://www.aypwip.org/webnote/benites#note3</guid></item><item><title>Pessoal! </title><description>Pessoal! 
Vou colocar em letra maiuscula ,algumas articula&amp;#231;&amp;#245;es dentro texto j&amp;#225; feito pela Geni , para que possamos dar forma ao nosso texto.
Benites - 29/08/2008</description><guid isPermaLink="true">http://www.aypwip.org/webnote/benites#note2</guid></item><item><title>UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL</title><description>	
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
FACULDADE DE EDUCA&amp;#199;&amp;#195;O 
ESPECIALIZA&amp;#199;&amp;#195;O LATU SENSU TUTORIA EM EDUCA&amp;#199;&amp;#195;O A DIST&amp;#194;NCIA
DISCIPLINA:  T&amp;#243;picos Especiais III - Tutoria e media&amp;#231;&amp;#227;o pedag&amp;#243;gica em EAD 2008/2
NOME DA PROFESSORA: Cintia In&amp;#234;s Boll
NOME DOS  ALUNAS/OS: ANTONIO FALCETTA,CAROLINE BOHRER DA AMARAL ,DAIANE ALMANDA,   GENY SCHWARTZ DA SILVA ,GERSON LUIZ MILLAN,e  MARCO AURELIO DOS SANTOS BENITES.
DATA DA POSTAGEM: 


                                                                                    ATIVIDADE:

Depois da leitura do texto de Maria Candida de Moraes TECENDO A REDE, MAS COM QUE PARADIGMA?, analise, em grupos de at&amp;#233; 6 pessoas, o cap. 2 do Manual do Tutor do PEAD (especialmente os quadros das p. 26 e 27) considerando as discuss&amp;#245;es apresentadas pela autora em seu artigo.



Pessoal!

A partir das contribui&amp;#231;&amp;#245;es da colega Geni, devemos come&amp;#231;ar fechar nosso trabalho visto que ele &amp;#233; um suporte interessante para relacionarmos com o Guia do tutor.
Sugiro que possamos pontuar coisas importantes que cada um enfrenta, um testemunho nas atividades como tutor ,relacionando com o manual e o texto. 
O que acham?
Benites - 21/08/2008

  Gerson fala : Concordo com o BENITES. J&amp;#225; fiz um cabe&amp;#231;alho para o nosso trabalho. E estou acresecentando alguns itens.



Guia do tutor       http://www.aypwip.org/webnote/benites
Algumas quest&amp;#245;es:

Tutor de p&amp;#243;lo
conhecimento espec&amp;#237;fico
tutor de p&amp;#243;lo &#8211; suporte emocional, did&amp;#225;tico, mais cobrado pelo aluno (ex: Tr&amp;#234;s Cachoeiras)
tutor de sede &#8211; avalia&amp;#231;&amp;#227;o
Tutor: &amp;#233; como aluno, pois tamb&amp;#233;m est&amp;#225; aprendendo sobre as novas tem&amp;#225;ticas. Precisa saber questionar. 
Tem uma experi&amp;#234;ncia para orientar o trabalho de pesquisa, produ&amp;#231;&amp;#245;es dos alunos
Autonomia do aluno / autonomia do tutor
Enuciado das atividades, clareza, interpreta&amp;#231;&amp;#227;o, objetividade
Material did&amp;#225;tico: cds, textos
Conhecer as plataformas


18 de agosto de 2008.

Tecendo Rede, com que Paradigma? 

Ap&amp;#243;s a leitura do texto de Maria C&amp;#226;ndida de Moraes.
Eis o questionamento de Roberto M&amp;#252;ller: &#8220;como educar para uma sociedade do conhecimento que requer sujeitos aut&amp;#244;nomos, cr&amp;#237;ticos, usando t&amp;#233;cnicas e metodologias epistemologicamente equivocadas e cientificamente defasadas?".
Na verdade, a maioria das nossas escolas n&amp;#227;o est&amp;#225; preparada, tanto em recursos humanos quanto em recursos f&amp;#237;sicos, como espa&amp;#231;o e materiais adequados para as mudan&amp;#231;as, para um outro tempo com as novas tecnologias. 
&#8220;Tais problem&amp;#225;ticas, de certa forma, v&amp;#234;m nos incomodando&#8221;. Segundo Gast&amp;#243;n, temos de modernizar sem excluir, o desafio mundial da atualidade. Observa Laszio: &#8220;as novas redes de comunica&amp;#231;&amp;#227;o e de informa&amp;#231;&amp;#227;o [...] crescem rapidamente, conectando pessoas em todo o mundo. Mas elas n&amp;#227;o podem garantir um mundo humano e sustent&amp;#225;vel se as redes de informa&amp;#231;&amp;#245;es continuarem s&amp;#243; para a minoria que det&amp;#233;m o poder para defender os seus pr&amp;#243;prios interesses&#8221;.
Precisamos de cuidados para n&amp;#227;o nos enganarmos quanto a colocar um aluno em frente ao computador e pensarmos que por isso apenas as mudan&amp;#231;as ir&amp;#227;o acontecer. Podemos, quem sabe, estar aprisionado a mente, a intelig&amp;#234;ncia e a criatividade do aluno.
Eu penso que temos que sair do quadro verde e giz - o que acontece na maioria das nossas escolas, mas que deveria pertencer ao passado. Coloc&amp;#225;-los diante da tecnologia, mas tamb&amp;#233;m lev&amp;#225;-los a desenvolver a cr&amp;#237;tica e a saber fazer a triagem das informa&amp;#231;&amp;#245;es. Na minha opini&amp;#227;o, a informa&amp;#231;&amp;#227;o sem reflex&amp;#227;o n&amp;#227;o leva a nada; ali&amp;#225;s, leva &amp;#224; aliena&amp;#231;&amp;#227;o. A reflex&amp;#227;o &amp;#233; o caminho, e considero esse um dos pontos altos no Curso PEAD. 
Ao profissional da educa&amp;#231;&amp;#227;o muito tem a pesar, hoje, um projeto educativo empreendedor, no qual, para a atua&amp;#231;&amp;#227;o do profissional, &amp;#233; necess&amp;#225;ria a certeza dos objetivos a serem alcan&amp;#231;ados, dos paradigmas da interven&amp;#231;&amp;#227;o pedag&amp;#243;gica, da flexibilidade e, ao mesmo tempo, da sensibilidade. AO FAZERMOS A REFLEX&amp;#195;O PELA SENSIBILIDADE EXISTE UMA RELA&amp;#199;&amp;#195;O DIRETA COM OS PROP&amp;#211;SITOS DA FUN&amp;#199;&amp;#195;O SOCIAL. N&amp;#195;O PODEMOS ESQUECER A QUEST&amp;#195;O DO ENSINO PRESENCIAL, QUE &amp;#201; AINDA  MUITO FORTE. OS NOSSOS ALUNOS, POR D&amp;#201;CADAS, RECEBERAM EM SUA FORMA&amp;#199;&amp;#195;O A PRESEN&amp;#199;A DO PROFESSOR EM SALA DE AULA. O MANUAL DO TUTOR DE SEDE ENFATIZA QUE A&amp;#199;&amp;#213;ES DE INCENTIVAR, ACOLHER, ZELAR  N&amp;#195;O S&amp;#195;O PARTICULARIDADES DA SEDE, MAS SIM ATOS SOCIALIZADOS PELOS TUTORES DO P&amp;#211;LO QUE HOJE V&amp;#202;M DEMONSTRANDO MATURIDADE E AVAN&amp;#199;OS NESSAS &amp;#193;REAS. DEPOIS DE 2 ANOS E MEIO DE ATIVIDADES DO PEAD HOJE PODEMOS AFIRMAR QUE AS ATIVIDADES TANTO DO TUTOR DO P&amp;#211;LO COMO AS DO DE SEDE SE ENTRELA&amp;#199;AM, DE FORMA TAL A CRIAR UM AMBIENTE AGRAD&amp;#193;VEL E ACOLHEDOR PARA APRENDIZAGEM, PROMOVENDO AOS ALUNOS A TOMADA DE DECIS&amp;#195;O E AUTONOMIA NA CONSTRU&amp;#199;&amp;#195;O E DESCONTRU&amp;#199;&amp;#195;O DE SUAS APRENDIZAGENS. POR OUTRO LADO, N&amp;#195;O MENOS IMPORTANTE, &amp;#201; NECESS&amp;#193;RIO QUE O PROFESSOR SEJA, NESSE SISTEMA, MAIS MOTIVADOR DE APRENDIZAGENS DO QUE INSTRUCIONISTA - AO PROPOR ROTEIROS PASSO A PASSO PARA O PENSAMENTO, APAGA-SE A CRIATIVIDADE, ESSENCIAL PARA PROMOVER A PESQUISA E O APROFUNDAMENTO DE TESES, CERTEZAS E D&amp;#218;VIDAS. Considero desafio uma pol&amp;#237;tica educacional moderna, com metodologia que reforce a import&amp;#226;ncia da identifica&amp;#231;&amp;#227;o de formas do pensar e agir dos educadores, utilizando-se da criatividade de todos na solu&amp;#231;&amp;#227;o de problemas e na busca incans&amp;#225;vel da efic&amp;#225;cia do ensino. 
Considerando as discuss&amp;#245;es apresentadas pela autora, em seu artigo do Guia do Tutor, senti a responsabilidade da fun&amp;#231;&amp;#227;o pedag&amp;#243;gica de apoio docente que recai sobre o tutor. E tamb&amp;#233;m as fun&amp;#231;&amp;#245;es social e organizativa.
Da fun&amp;#231;&amp;#227;o pedag&amp;#243;gica: cabe ao tutor da sede * disponibilizar e fornecer informa&amp;#231;&amp;#245;es, *trabalhar a partir da pedagogia da pergunta; *realizar interven&amp;#231;&amp;#245;es diretas, no caso de aus&amp;#234;ncia da equipe; *dialogar com o tutor do P&amp;#243;lo; *acompanhar o entendimento de cada aluno; * analisar e sugerir realiza&amp;#231;&amp;#245;es a partir das orienta&amp;#231;&amp;#245;es nas interdisciplinas.
Da fun&amp;#231;&amp;#227;o social: cabendo ao tutor sede * incentivar a troca de experi&amp;#234;ncias e informa&amp;#231;&amp;#245;es entre os estudantes; * acolher as d&amp;#250;vidas e as sugest&amp;#245;es dos estudantes; *aceitar as cr&amp;#237;tica, etc.
Da fun&amp;#231;&amp;#227;o organizativa: cabe ao tutor dialogar, informar, solicitar, realizar e registrar relat&amp;#243;rios, etc.
Coloco palavras-chaves que considero importante para que o tutor realize um bom trabalho junto aos alunos: capacita&amp;#231;&amp;#227;o, sintonia, criatividade, paci&amp;#234;ncia, perseveran&amp;#231;a, equil&amp;#237;brio, toler&amp;#226;ncia e junto a capacidade de ser aprendiz sempre. Ent&amp;#227;o necessitamos aprender sempre, n&amp;#227;o no sentido de criar um amontoado de coisas, mas sim no de criar uma rede ou teia de intera&amp;#231;&amp;#245;es din&amp;#226;micas que venha interpor-se e garantir a aprendizagem de qualidade que tanto almejamos.
"A intelig&amp;#234;ncia &amp;#233; a pr&amp;#243;pria vida no seu processo de adapta&amp;#231;&amp;#227;o" (Piaget).
Entendo que mudar &amp;#233; transformar as informa&amp;#231;&amp;#245;es em conhecimentos, atitudes, comportamentos, na sociedade em que se vive. Penso que &amp;#233; essa a vis&amp;#227;o que o educador precisa ter para ser um empreendedor; no entanto, os educadores devem buscar as mudan&amp;#231;as e enfrentar com coragem a determina&amp;#231;&amp;#227;o, os desafios, os problemas. As discuss&amp;#245;es devem ser voltadas a reflex&amp;#245;es de seus pr&amp;#243;prios  compromissos e pap&amp;#233;is na transforma&amp;#231;&amp;#227;o da sociedade. Uma sociedade onde todos possam viver com dignidade, em que a Educa&amp;#231;&amp;#227;o seja prioridade.
 Obs.: Colegas minha colabora&amp;#231;&amp;#227;o, pedem modificarem se assim desejarem. 
Bjs.
Geny




</description><guid isPermaLink="true">http://www.aypwip.org/webnote/benites#note1</guid></item><item><title>Exerc&amp;amp;#237;cio de Texto colaborativo para atividade das M&amp;amp;#2</title><description>Exerc&amp;#237;cio de Texto colaborativo para atividade das M&amp;#237;dias


Vamos escrever uma Hist&amp;#243;ria Colaborativa.              ................................Para isso clique duas vezes na p&amp;#225;gina para EDITAR.
 
                                                                                                                     Para sair clique fora do quadro laranja e salve no icone disquete acima


Era uma vez , um marinheiro que gostava muito de pescar. E por isso, ele carregava muuuuuuuuuuitos apetrechos, como varas especiais, anz&amp;#243;is, arp&amp;#227;o....
E esse material todo fez o barco ficar desequilibrado.

Um dia  veio uma onda e quase afundou o barco. Ufa, que susto. Mas foi s&amp;#243; organizar os materiais, distribuir o peso e o barco voltou ao equilibrio.

O marinheiro ent&amp;#227;o achou que necessitava de um barco melhor... Mas para adquiri-lo,  seria  necess&amp;#225;rio ganhar um bom dinheiro e descobrir uma maneira de conseguir pescar uma grande quantidade de peixes com o barco que tinha. Para tanto resolveu fundar uma cooperativa de pescadores, assim convidou mais alguns pescadores e fundaram a PESCAMAR. Contrataram um administrador para controlar a cooperativa, compraram novos barcos e come&amp;#231;aram a pescar como melhores condi&amp;#231;&amp;#245;es, mas n&amp;#227;o contavam com.........</description><guid isPermaLink="true">http://www.aypwip.org/webnote/benites#note0</guid></item></channel></rss>
